Blumenau, 27 abril de 2015 — Comente!

Olá meninas! Passei na Glacê para provar a coleção nova que já está na loja, e montei vários looks fofos para inspirar as produções dessa meia estação delícia de inverno! Tem nosso combo favorito de saia + camisa, e até maxi-vestido e macaquinho! Espia só!

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E tem muito mais looks lá na loja online da Glacê, tem o link endereço aqui ó : www.amoglace.com.br

E essa beleza bapho com glitter nos olhos é da minha linda @gigraziellegomes

Beijo, D.

Blumenau, 06 abril de 2015 — Comente!


Olá meninas! Fui convidada para ser colunista da nova revista Ouse, quem é de Santa Catarina logo vai ver os exemplares por aí.. Oba! Na minha matéria de estréia fui questionada a explicar o que era a moda para mim e fiquei pensando sobre isso, pois aqui no Diário e nos eventos que trabalho em função da moda, as pessoas estão acostumadas a buscar essa informação comigo e é algo natural na minha rotina. Porém, quando participo de jobs que envolvem outros segmentos, como na Revista Ouse que aborda diversos temas, sinto que as pessoas tendem a avaliar a moda como algo supérfluo, como mera futilidade. Então tentei definir um pouquinho do que a moda representa na minha opinião.

A essência da palavra vem do latim Modus, para designar um “modo de viver”, e é exatamente isso que a moda expressa: a nossa vida, nossas escolhas, nossa identidade. A roupa para a moda é um meio de comunicação, é uma ferramenta para expressar a imagem de nós mesmos para o mundo, em uma linguagem visual imediata. Estudos comprovam que nosso cérebro leva 7 segundos para definir uma opinião sobre um desconhecido, e a moda tem papel fundamental nessa conclusão. O modo como você se veste fala muito sobre você, inclusive se você quiser passar a impressão que não tem nada a dizer!

Quem não passou na vida pelo código de escolha da roupa para uma entrevista de emprego ou um a decisão do que usar em momento importante da sua vida? Escolher a roupa certa para falar sobre você sem a necessidade de usar as palavras não tem nada de fútil, a não ser sem a utilização da letra F. Moda não é FUTILIDADE, moda é UTILIDADE.  Acredito que muitas pessoas tendem a futilizar a moda devido a durabilidade das tendências, de modismos que mudam a cada temporada e desconsideram o quanto essa sazonalidade movimenta a economia mundial, gera milhões de empregos e contribui para a construção das mudanças no cotidiano naquela estação. A moda e essa “mudança do que é moda” criam marcas significativas do seu tempo e da atitude de uma geração em relação a isso, como o movimento hippie dos anos 60 na busca pela “Paz e Amor” ou na força da cor verde militar em todas as peças das marcas americanas na época da guerra contra o terrorismo. Talvez você tenha usado esse verde militar achando ser só a “cor da moda”, mas existia um motivo muito além do fútil para ela estar nas araras das lojas. Já parou para pensar no impacto da criação da minissaia em tempos de surgimento da pílula anticoncepcional? É muito além de uma peça de vestuário, é a mensagem de libertação de paradigmas, de quebra de tabus. Tenho certeza que você tem um estereótipo aí na sua cabeça de como as pessoas se vestiam nos anos 70 e de como era o moda dos anos 80. Isso é história, isso é cultura, isso definitivamente não é futilidade.!

A moda é uma manifestação estética, ela trabalha com a força das cores, ela usa o poder do design.. a moda é arte! A moda fomenta a auto-estima, reforça nossa auto-imagem, ela cria  grupos de identificação… a moda também é psicologia. Enfim, a moda vai muito além do vestir, do enxergar apenas a roupa, só depende dos olhos de quem vê..

moda

Blumenau, 06 abril de 2015 — Comente!

Olá meninas! O feriado mais delicioso do ano chegou e nesse clima de páscoa que o Diário trouxe o look do dia diretamente da patisserie La Mia Dolce Vita que tá toda em vibe de coelhinhos! Fofura pura! Com minhas amigas Manu Deschamps, Carol Lobato e Gabi Althoff em looks by Lança Perfume e acessórios Gabriela Faraco. Espia só!

bolo de coelho

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pascoa fofa

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palha italiana

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Imagens: Amanda Tomasia / Make e Hair: Atelie Pamella Lumertz.

Uma super super páscoa para cada uma de vocês! Beijos, D.

 

Blumenau, 13 março de 2015 — Comente!

Olá meninas! Passei rapidinho na Colcci de Blumenau, aqui do Shopping Neumarkt e aproveitei para fazer um provador com peças para o final de semana! Tem esse vestido preto com vermelho maravilhoso para um jantar na sexta a noite, combo de shorts jeans com blusão basiquinho para um look relax de sábado a tarde, vestido bapho aberto nas costas para a produção de festa de sábado a noite e mix de calça estampada com blusa preta para o domingão. Que tal? Estão prontinho os looks do finde!

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dhafyni mendes calça estampada

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Beijos, D.

Blumenau, 18 fevereiro de 2015 — Comente!

No clima de quarta-feira de cinzas, nada mais no tom do que nossa música da semana vir dos 50 TONS DE CINZA! Para quem ainda não viu o filme, não vou contar nenhum spoiller. Mas confesso que o tão esperado Christian Grey tem uma personificação um pouco diferente do que imaginei no livro, e apesar do destaque para as cenas picantes, o enredo em um todo é fofo e até engraçado em algumas partes. A trilha sonora do filme é uma delícia, com músicas que vão de Beyoncé até Frank Sinatra e melodias que acompanham muito bem desde momentos tensos até os “românticos”. A faixa Earned it by The Weeknd não sai da minha playlist e desde que sai do cinema, tô o tempo todo cantarolando ela! Demais! Vale dizer que o clipe tem a mesma pegada fetichista do filme, com dançarinas com teor máximo de sensualidade! Então antes de dar play, tire as crianças da sala..rs! Para ouvir mil vezes seguidas… Enjoy!

Beijos, D.

Blumenau, 18 fevereiro de 2015 — Comente!

Olá meninas! Aproveitando o pós-carnaval  para refletir sobre a evolução feminina e adaptação no posicionamento das relações! Li um texto da Ruth Manus que achei super interessante para dividir com vocês. Quem aí se identifica? A incrível geração de mulheres que foi criada para ser tudo que um homem não quer! Inspiração do dia!

“Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá. Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”

Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.O fato é que eu venho pensando nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens,  homens e velhos homens.O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós? Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos. Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um lagarto. Não nos chamaram pra ensinar a trocar fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração. Mas nos ensinaram esportes. Nos fizeram aprender inglês. Aprender a dirigir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir nosso dinheiro.  Exatamente como os meninos da nossa geração.

Mas, escuta, alguém  lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de preparar o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, futebol e UFC? Que a gente não ia ter saco pra ficar dando muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?

Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”.“Talvez se eu fosse mais delicada… Não falasse palavrão. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo em lavar cuecas. Talvez…”Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual pra igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione nossa rotina.O fato é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia pra um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?

E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exatamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.No fim das contas a gente não é nada do que o inconsciente coletivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos pra ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar pra ganhar a gente de volta.”

 

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That’s it!

Beijos, D.